O Centro Regional de Estudos, Prevenção e Recuperação de Dependentes Químicos (CENPRE) é um Projeto de Extensão do Instituto de Ciências Biológicas da FURG e por se tratar de uma unidade acadêmica, seguirá o calendário universitário da FURG, permanecendo em recesso de 24/12/2018 a 02/01/2019. Nesse período o CENPRE estará fechado e retomará os atendimentos a partir do dia 03/01/2019. Agradecemos a compreensão.

 

COCAÍNA - FOTOS

 

 

 

FIGURA 1: A cocaína é extraída das folhas da coca, que contém cerca de 0,5 - 2% da substância. Nos países andinos ainda prevalece o hábito de mascar as folhas com o intuito de aliviar o cansaço e a fome. Devido à baixa concentração de cocaína, o comércio e o consumo de folhas de coca (mascadas ou como chás) são considerados legais nesses países

FIGURA 2: A coca (Erythroxylon coca), um arbusto que cresce nas encostas dos Andes e de cujas folhas onde se extrai a cocaína.

 

 

FIGURA 3: As apresentações mais comuns da cocaína: a cocaína refinada ou "pó" e o crack. A primeira apresentação é um sal (cloridrato de cocaína), utilizado pelas vias intranasal ou injetável. O crack é a cocaína na sua forma de base livre. Quando o cloridrato de cocaína é aquecido em meio básico (água e bicarbonato de sódio), a cocaína se desprende de sua forma salina e precipita na forma de cristais de cocaína livre.

FIGURA 4: A cocaína pode ser consumida por qualquer via de administração. A via injetável e a fumada (crack) colocam grandes quantidade de cocaína no sangue e geram efeitos estimulantes mais intensos e de curta duração. O crack é fumado em cachimbos improvisados ou de vidro. Já a cocaína em pó, utilizada por via intranasal (cheirada) ou o hábito de mascar as folhas produzem efeitos menos intensos, porém de maior duração. Quanto mais intenso e curto é o efeito desencadeado, maiores as chances de dependência pelo usuário.