Como funciona um cigarro eletrônico? O cigarro eletrônico, também conhecido como dispositivo eletrônico para fumar (DEF), vaper, pod, e-cigarrete, e-cig, e-pipe, heat not burn, tabaco aquecido, entre outros, contém uma bateria, um atomizador e um cartucho. O dispositivo libera aerossóis como resultado do aquecimento do líquido (que também pode ser um óleo ou uma resina) contido no cartucho, e a pessoa inala esse vapor.

Qual a composição do cigarro eletrônico? O líquido que é vaporizado contém solventes, como glicerina e propilenoglicol, e diferentes concentrações de nicotina, água e aromatizantes. Estudos têm demonstrado que esses produtos liberam níquel, cromo, cádmio, estanho, chumbo, manganês e arsênico, e várias dessas substâncias são classificadas como tóxicas, cancerígenas e causadoras de enfisema pulmonar e dermatite.

O cigarro eletrônico ajuda no tratamento do tabagismo? Estudos iniciais patrocinados pela indústria do cigarro demonstraram que cigarros eletrônicos poderiam ser úteis na cessação do tabagismo. Porém, com o avanço das pesquisas científicas, foram descobertos potenciais danos à saúde gerados por esses dispositivos eletrônicos. Portanto, ainda que possam parecer menos prejudiciais que os cigarros convencionais, não podem ser considerados como estratégias para redução de danos à saúde.

No Brasil é permitido comprar esse produto? Não. A comercialização, importação e propaganda destes dispositivos são proibidas no Brasil, por meio da Resolução da ANVISA - RDC nº 46/2009.

Para maiores informações, acesse as referências abaixo:
1) Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA): clique aqui
2) Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (ABEAD): clique aqui
3) Instituto Nacional do Câncer (INCA): clique aqui

 

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Imagem: Pixabay